“Campo mimado” e “CUIDADO! água evapora, mas também sustenta” - Copy

2021
Campo mimado, Natalie Mirêdia, Vídeo, 4'58'', 2018-21 

O trabalho de vídeo Campo Mimado se desenvolveu a partir da performance e instalação homônima realizada em 2018 na ocasião da exposição Territórios Internos na Casa Porto das Artes Plásticas, sendo este um projeto coletivo e independente também de autoria da artista. Campo Mimado dialoga com questões tanto da esfera social relacionadas ao feminismo e maternagem, como dos estudos da efemeridade na performance. Na época de sua criação, a artista estava interessada em pesquisar sobre as possibilidades de permanência do trabalho em performance e em problematizar símbolos romantizados ligados à uma ideia estereotipada de feminilidade. Dessa maneira, durante a performance Campo Mimado, a artista utilizou da ação ao vivo para construir e montar a instalação que ficaria exposta no espaço físico da mostra. O trabalho em vídeo se trata de uma edição da performance que ocorreu de modo presencial, cuja duração foi de cerca de 90 minutos. 

Natalie Mirêdia (Vitória, ES, 1992)

Mestre em Artes (Poéticas Visuais) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo na área de Artes Visuais. Desenvolve pesquisas na área de Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea, Performance e Processos Criativos. Participou de exposições e mostras no Brasil e no exterior, como no Instituto Tomie Ohtake, nas Caixas Culturais do Brasil, na Academia de Teatro de Helsinki, no Centro Le Lieu en Art Actuel, Canadá, no Núcleo Arts Centre, Reino Unido, no Centro Cultural Manzana de la Riviera, Paraguai, entre outros. Trabalha também como arte educadora a partir de dinâmicas e projetos independentes que agregam diferentes grupos etários, como crianças a partir de 3 anos e pós-graduandos na área de artes e afins. Como produtora cultural e coordenadora, atua em diversas exposições coletivas, festivais e acompanhamentos artísticos.

Conheça o site da artista.

CUIDADO! água evapora, mas também sustenta, Charlene Bicalho

CUIDADO! água evapora, mas também sustenta, Charlene Bicalho, Vídeo, 11'22", 2021
 

Charlene Bicalho (João Monlevade, MG, 1982)​ vive entre Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. Artista interdisciplinar transita sobretudo pela investigação-ação, fotografia, performance, intervenção, instalação e vídeo. Seu trabalho se concentra em investigações sobre histórias contrahegemônicas, memórias, identidades, e estruturas de poder, evocando um entendimento crítico e emocional do passado, e propondo uma examinação profunda de estereótipos de gênero e raciais contemporâneos. Os deslocamentos cotidianos de seu corpo em contextos diaspóricos são os fios condutores de suas investigações. Apresentou trabalhos no MAC - Museu de Arte Contemporânea de Lima (Peru), Espaço Cultural Fort Grifoon (França), MAES - Museu de Arte do Espírito Santo (ES), MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul (RS), VALONGO - Festival Internacional da Imagem (SP), Teatro Espanca (MG), Teatro Universitário da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). É idealizadora do Projeto Raiz Forte (Vitória, ES), local onde desenvolve uma prática processual alimentada por encontros e fazeres coletivos, em co-autoria com artistas negros.

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Published in 21/06/2022

Updated in 21/06/2022

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