Jeguatá – caderno de viagem” e “About Cameras, Spirits and Occupations: a Montage-Essay Triptych” - Copy

2018

Jeguatá – caderno de viagem, Ana Carvalho, Ariel Kuaray Ortega, Fernando Ancil, Patrícia Para Yxapy

Jeguatá – caderno de viagem, Ana Carvalho, Ariel Kuaray Ortega, Fernando Ancil, Patrícia Para Yxapy, 2018.
     

Os Mbyá-Guarani se deslocam continuamente, em busca do bem-viver, por um território sem fixidez entre Brasil, Argentina e Paraguai. Com imagens produzidas em suas aldeias e objetos recolhidos no trajeto entre elas, este “caderno de viagem” revela a construção de um espaço livre e associativo, onde emerge um território poético, cotidiano e atual. Leia mais sobre a obra aqui.

Conheça a obra através do seu site jeguata.com e o artigo que anuncia o seu lançamento em 2018.

Veja aqui também os artistas falarem sobre o processo de criação da obra Jeguatá - caderno de viagem durante a 21ª Bienal do Festival de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil em 2019.

Ana Carvalho (São Paulo, 1977)

Fotógrafa e cineasta, atua na ONG Vídeo nas Aldeias, dedicada à formação audiovisual junto aos povos indígenas, como roteirista, diretora e ministrante de oficinas. Vive em Paudalho (PE), Brasil.

Ariel Kuaray Ortega (25 de Mayo, Argentina, 1985)

Cineasta formado pela ONG Vídeo nas Aldeias. Seus filmes têm como temas centrais a espiritualidade e a cosmologia Guarani. Vive na Aldeia Koenju, São Miguel das Missões (RS), Brasil.

Fernando Ancil (São João del Rei-MG, 1980)

Artista formado em conservação e restauração de bens culturais móveis, pesquisa os limites entre trabalho, ofício e arte. Vive em Paudalho (PE), Brasil.

Patrícia Para Yxapy (25 de Mayo, Argentina, 1985)

Cineasta formada pela ONG Vídeo nas Aldeias. Codirigiu, com Vincent Carelli e Ernesto de Carvalho, Tava: a casa de pedra (2012). Vive em São Miguel das Missões (RS), Brasil.

About Cameras, Spirits and Occupations: a Montage-Essay Triptych, Alto Amazonas Audiovisual
About Cameras, Spirits and Occupations: a Montage-Essay Triptych, Alto Amazonas Audiovisual, 2018   

Olhares indígenas e não indígenas articulam-se plasticamente em uma obra multivocal em três movimentos. Exemplar das coautorias que perpassam a produção audiovisual indigenista contemporânea, o tríptico parte do desejo de reconsiderar criticamente as posições tradicionais de poder entre pesquisador e seu outro que fundam a etnografia.

Veja aqui o grupo Alto Amazonas Audiovisual comentar o processo de criação da obra durante a 21ª Bienal do Festival de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil em 2019.

Alto Amazonas Audiovisual (Atalaia do Norte-AM)

Coletivo formado por Lucinho Tavares Winih Kanamari (Aldeia São Luís, Atalaia do Norte, 1993), vice-presidente da AKAVAJA (Associação Kanamari do Vale do Javari); Shapu Mëo Matis (Aldeia Parayso, Atalaia do Norte, 1991), professor indígena e fotógrafo; e Markus Enk (Fortaleza, 1993), cientista socioambiental e antropólogo visual. 

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Published in 21/06/2022

Updated in 21/06/2022

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