Skip to content

Desemprego medido pelo IBGE tem menor taxa da série em 2014

29/01/2015

São Paulo – A taxa média de desemprego em seis regiões metropolitanas do país, calculada pelo IBGE, teve em 2014 o seu menor resultado na série histórica: 4,8%, ante 5,4% no ano anterior. Foi o quinto recuo seguido. Em 2003, primeiro ano da série, a taxa foi de 12,4%. O desemprego caiu pela diminuição do número de pessoas no mercado de trabalho, já que não houve expansão de vagas.

Também na comparação com 2003, o número estimado de desempregados caiu 54,9%, para 1,176 milhão – ou 1,432 milhão a menos. De 2013 para 2014, a queda foi de 10,8%.

O recuo na taxa de desemprego não veio acompanhado de crescimento de postos de trabalho. O total de ocupados – 23,087 milhões, na média anual – recuou 0,1% ante 2013 (23,116 milhões). É a primeira vez que não há aumento do número de ocupados no ano. Já no período 2003/2014, a ocupação cresceu 24,7%, com acréscimo de 4,567 milhões de pessoas.

O desemprego cai mesmo assim pelo menor número de pessoas no mercado de trabalho. Apenas em dezembro do ano passado, por exemplo, a população economicamente ativa (PEA) recuou 0,5% (menos 116 mil) em relação a igual mês de 2013, indicando menos gente à procura de emprego.

O emprego formal teve alta de 0,9% no ano – a menor variação da série –, com o número de trabalhadores com carteira assinada estimado de 11,731 milhões, na média anual. Mas também cresce na série histórica. A expansão é de 59,6% em 12 anos, chegando a 91,1% na região metropolitana de Recife.

A participação desse grupo em relação aos ocupados subiu de 50,3%, em 2013, para 50,8% – essa proporção era de 39,7% em 2003. Na indústria, vai a 69,6% e na construção, a 40,9%. A maior participação (72,7%) é na atividade de serviços prestados a empresas. No comércio, é de 55,3%. A formalização tem mostrado tendência de alta também nos serviços domésticos, passando de 35,3%, em 2003, para 42,2% no ano passado.

A média anual do rendimento dos ocupados (R$ 2.104,16) cresceu 2,7% no ano. Em relação a 2013, o ganho é de 33,1% (R$ 522,85). A massa de rendimentos – R$ 49,3 bilhões – aumentou 3% no ano e 66% no período acumulado

0 comments

Comment

No comments avaliable.

Author

Info

Published in 16/10/2018

Updated in 19/02/2021

All events in the topic Taxa de Desemprego:


01/01/198431/12/19845,2%
01/01/198531/12/19854,2%
01/01/198631/12/19863,5%
01/01/198731/12/19874,7%
01/01/198831/12/19885,2%
01/01/198931/12/19894,6%
01/01/199031/12/19905%
01/01/199131/12/19915,24%
01/01/199231/12/19926,14%
01/01/199331/12/19935,75%
01/01/199431/12/19945,44%
01/01/199531/12/19954,96%
01/01/199631/12/19965,81%
01/01/199731/12/19976,14%
01/01/199831/12/19988,34%
01/01/199931/12/19998,26%
01/01/200031/12/20007,85%
01/01/200131/12/20016,83%
01/01/200231/12/20027,88%
01/01/200331/12/200312,4%
01/01/200431/12/200411,5%
01/01/200531/12/20059,9%
01/01/200631/12/200610%
01/01/200731/12/20079,3%
01/01/200831/12/20087,9%
01/01/200931/12/20098,1%
01/01/201031/12/20106,7%
01/01/201131/12/20116%
01/01/201231/12/20125,5%
01/01/201331/12/20135,4%
01/01/201431/12/20144,8%
01/01/201531/12/20156,82%
01/01/201631/12/201612%
01/01/201731/12/201713,7%
01/06/201812,7%