Fundação Batalha de Aljubarrota

Diplomacia e Guerra

João I de Castela, retira-se para o seu reino;

1.384 AD September 03 00:00:00

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Ciba

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Reinado

Ao longo do seu reinado participou ao lado dos franceses em batalhas da Guerra dos cem anos, e contra Portugal, a cujo trono aspirava. Todavia foi derrotado pelos portugueses e pelo rei que eles haviam eleito, João I de Portugal, em 14 de Agosto de 1385, na Batalha de Aljubarrota, sendo obrigado a descartar-se das ambições a este trono.

Levou a cabo operações guerreiras contra Portugal tanto na época de D. Fernando como na de D. João I. Durante a Guerra contra Castela, Portugal ajudou as forças do Duque de Lencastre, que reivindicava através da esposa, Constança, o direito ao trono castelhano (filha de D. Pedro I, assassinado em Montiel por Henrique II de Castela). As pretensões do duque não chegaram a concretizar-se, mas, mediante uma hábil política, colocou as filhas D. Filipa de Lencastre e D. Catarina de Lencastre, como rainhas consortes, a primeira no trono de Portugal e a segunda no trono de Castela. Juntaram-se assim, quanto à coroa castelhana, a linha espúria e a legítima.

Morreu após uma queda de cavalo.

Casamento e posteridade

Casou em Sória em 18 de Junho de 1375 com a Infanta doña Leonor de Aragão (nascida em Santa Maria del Puig em 20 de Fevereiro de 1358- falecida a 13 de Agosto ou de Setembro de 1382 em Cuellar), irmã de D. João I de Aragão (1350-1395) e D. Martim I de Aragão (1351-1395), filhos de D. Pedro IV de Aragão (1319-1387) o do Punhal, o Cruel ou o Cerimonioso Rei de Aragão e de sua 3ª esposa, Leonor da Sicília, filha de Pedro II da Sicília. Tiveram dois (ou três) filhos.

Casou depois em Badajoz a 14 de Maio de 1383 com Dona Brites ou Beatriz de Portugal (1372 - após 1412), filha de Fernando I de Portugal (1367-1383) o Formoso e Leonor Teles (morta em 1386), e antiga noiva de Eduardo, filho de Edmundo Langley e sobrinho de João de Gaunt. Tendo enviuvado jovem, Beatriz recusou em 1409, segundo alguns cronistas, uma proposta de casamento do Duque de Áustria, tal como já o teria feito a outras propostas anteriores.

Selo que D. João I, rei de Castela, casado com D. Beatriz de Portugal mandou fazer a quando do seu assentamento em Santarém com a pertença de se assenhorar do trono de Portugal.

 
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Fundação Batalha de Aljubarrota

Nascimento de Nuno Alvares Pereira É legitimado por D. Pedro I Entra na Corte de D. Fernando Casou com Leonor de Alvim Nuno Alvares Pereira toma o partido do Mestre de Avis Campanha Militar - 1384 Vence os castelhanos na Batalha dos Atoleiros. Campanha Militar - 1385 A Batalha de Aljubarrota, vitória decisiva de Portugal; O Condestável comnanda as forças leais ao Mestre de Avis na Batalha Real (Batalha de Aljubarrota) Em Outubro de 1385 foi travada em terreno castelhano a célebre batalha de Valverde Campanha Militar - 1386 Campanha Militar - 1387 Começa a construção da capela de S. Jorge, em Aljubarrota. Começa a construção do Convento do Carmo, em Lisboa. Partilha com os companheiros de armas muitas das suas terras. Primeiros carmelitas vêm viver para o Convento do Carmo. Em 1401 dá-se o casamento entre o futuro duque de Bragança, D. Afonso, com a filha de D. Nuno, D. Beatriz. Fim das hostilidades com Castela. Morre a filha, D. Beatriz. Projeta tornar-se carmelita. Participou da Conquista de Ceuta Reparte pelos netos os seus títulos e domínios. Ingressa no Convento do Carmo a 15 de agosto Morre, Nuno Alves Pereira Primeira trasladação dos restos mortais Segunda trasladação dos restos mortais As cortes pedem ao Papa Urbano VIII a sua beatificação. o pedido é renovado várias vezes ao longo dos anos. Terramoto de 1755 Terceira trasladação dos restos mortais Quarta trasladação dos restos mortais. O Papa Bento XV confirma o culto do Santo Condestável Início do Processo de Canonização Processo de Canonização suspenso Transladação dos restos mortais para a Igreja do Santo Condestável Reinício do processo de Canonização Anúncio da canonização Legado
Participou na tomada de Ceuta em 1415 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Participou na expedição a Tânger em 1437 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1438 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1447 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Participou na Batalha de Alfarrobeira em 1449 ao lado de D. Afonso V - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi regente do Reino em 1458 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi Regente do Reino em 1471 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Pela sua participação na conjura contra D. João II, foi executado em Évora, em 1483 - (D. Fernando II, 3º Duque de Bragança) D. Manuel devolveu-lhe os títulos e terras confiscados por D. João II - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Custeou a expedição que conquistou Azamor, em Marrocos, em 1513 - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Nomeado condestável do reino (1535) na ausência do Infante D. Luís - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Foi escolhido para padrinho do Infante D. Dinis, filho de D. João III (1535) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado fronteiro mor das Províncias do Minho e Trás-os-Montes (1540) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou a Infante D. Maria à raia para ser entregue ao Príncipe D. Filipe, herdeiro da coroa em Castela (1543) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Enviou 400 cavalos em socorro de Safim - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado para comandar o exército de socorro a Mazagão, jornada que não se concretizou porque os mouros levantaram o cerco - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Esteve presente na aclamação de D. Sebastião como rei - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou D. Sebastião a África em 1574 - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Participou na batalha de Alcácer-Quibir, tendo sido feito prisioneiro - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Defendeu a pretensão da rainha D. Catarina ao trono após a morte do Cardeal-Rei D. Henrique - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Regressou a Portugal em 1580 - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Instituiu o Conselho de Guerra em 1640 e organizou, desde então, a defesa de Portugal contra Espanha, tanto na metrópole como na América, África e Ásia. Foi aclamado Rei em 15 de Dezembro de 1640 - (D. João II, 8º Duque de Bragança, IV dos Reis de Portugal) Nascimento do Dom Pedro I