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Ciba

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João I de Castela

Fonte: http://www.caestamosnos.org/Historia_de_Portugal/Interregno.html

Logo que D. Fernando faleceu, assumiu a regência do Reino D. Leonor Teles. Um dos seus primeiros actos foi proclamar rainha de Portugal sua filha D. Beatriz, casada com João l, rei de Castela. Assim, a independência de Portugal estava em perigo. Mas o povo português, sempre decidido para os grandes cometimentos, logo reagiu contra as decisões da rainha regente, que desde há muito vinha sendo mal vista e até odiada por todos.

Alguns fidalgos, nomeadamente Álvaro Pais e o conde de Barcelos, prepararam, por isso, uma conjuntura, sentenciando à morte o fidalgo castelhano João Fernandes Andeiro, favorito da rainha, que era, na verdade, quem tudo mandava e governava. Da execução do plano, deveras arriscado, foi incumbido D. João, Mestre de Avis, fidalgo de muitas simpatias populares, filho bastardo de D. Pedro l e de D. Teresa Lourenço. Correndo, num momento, com os seus apoiantes aos Paços de São Martinho; o Mestre de Avis, em nome da Pátria, ali mesmo apunhalou o Conde Andeiro, em 1383.

D. Leonor Teles, em face dos acontecimentos. Fugiu para Alenquer e dali para Santarém, donde solicitou auxílio a seu genro, rei de Castela. Entretanto, o Mestre de Avis era aclamado Regedor e Defensor do Reino.

João l de Castela, a par de tudo que passava em Portugal e a pedido de sua sogra, invadiu Portugal, avançando sobre o Alentejo, onde se encontrava D. Nuno Álvares Pereira, que, pela valentia do seu braço, inteireza de vontade e misticismo da sua fé, era, acaso, no momento difícil, a maior figura de herói e de guerreiro.

Conhecedor dos manejos do inimigo, D. Nuno esperou os adversários em Atoleiros, perto da vila de Fronteira, O embate foi terrível, mas a vitória foi dos portugueses, em 6 de Abril de 1384.

Em seguida, o rei de Castela cercou Lisboa por terra e por mar. A capital, sobre o comando de D. João (ainda Mestre de Avis), resistiu heroicamente durante meses, até que as tropas castelhanas levantaram o cerco e sair de Portugal.

Em 6 de Abril de 1385, reuniram as Cortes de Coimbra, para a escolha do novo rei. Esta questão não era, também das mais fáceis de resolver, porque apareceram com direitos de legitimidade vários pretendentes ao trono. Esses candidatos foram: D. Beatriz, casada com João l de Castela, e filha de D. Fernando l e de D. Leonor Teles; D. João e D. Dinis, filhos de D. Pedro l e de D. Inês de Castro; e D. João, Mestre de Avis.

Ora, como os procuradores às Cortes se conservassem indecisos, o grande homem de leis, Dr. João das Regras, mostrou ali, com boas razões jurídicas, que só o Mestre de Avis reunia as precisas condições para ocupar o trono.

(João das Regras demonstrou que D. Beatriz era filha ilegítima, pois D. Fernando não poderia ter casado com D. Leonor Teles; demonstrou ainda que os dois filhos de D. Inês de Castro, D. João e D. Dinis, também eram ilegítimos, porque D. Pedro, apesar de o afirmar sob juramento, não casou com ela; sendo forçoso escolher um filho bastardo para rei, o Mestre de Avis era o que mais convinha, o que melhores provas tinha dado, o que oferecia maiores garantias. Não deixa de ser estranho que o clero não interferiu decisivamente numa questão que tinha muito de natureza religiosa).

Nada mais foi necessário, pois logo o Mestre foi aclamado rei de Portugal, com o nome de D. João l, dando origem à 2º Dinastia, chamada Joanina ou de Avis.

 
Fundação Batalha de Aljubarrota

Fundação Batalha de Aljubarrota

Nascimento de Nuno Alvares Pereira É legitimado por D. Pedro I Entra na Corte de D. Fernando Casou com Leonor de Alvim Nuno Alvares Pereira toma o partido do Mestre de Avis Campanha Militar - 1384 Vence os castelhanos na Batalha dos Atoleiros. Campanha Militar - 1385 A Batalha de Aljubarrota, vitória decisiva de Portugal; O Condestável comnanda as forças leais ao Mestre de Avis na Batalha Real (Batalha de Aljubarrota) Em Outubro de 1385 foi travada em terreno castelhano a célebre batalha de Valverde Campanha Militar - 1386 Campanha Militar - 1387 Começa a construção da capela de S. Jorge, em Aljubarrota. Começa a construção do Convento do Carmo, em Lisboa. Partilha com os companheiros de armas muitas das suas terras. Primeiros carmelitas vêm viver para o Convento do Carmo. Em 1401 dá-se o casamento entre o futuro duque de Bragança, D. Afonso, com a filha de D. Nuno, D. Beatriz. Fim das hostilidades com Castela. Morre a filha, D. Beatriz. Projeta tornar-se carmelita. Participou da Conquista de Ceuta Reparte pelos netos os seus títulos e domínios. Ingressa no Convento do Carmo a 15 de agosto Morre, Nuno Alves Pereira Primeira trasladação dos restos mortais Segunda trasladação dos restos mortais As cortes pedem ao Papa Urbano VIII a sua beatificação. o pedido é renovado várias vezes ao longo dos anos. Terramoto de 1755 Terceira trasladação dos restos mortais Quarta trasladação dos restos mortais. O Papa Bento XV confirma o culto do Santo Condestável Início do Processo de Canonização Processo de Canonização suspenso Transladação dos restos mortais para a Igreja do Santo Condestável Reinício do processo de Canonização Anúncio da canonização Legado
Participou na tomada de Ceuta em 1415 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Participou na expedição a Tânger em 1437 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1438 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1447 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Participou na Batalha de Alfarrobeira em 1449 ao lado de D. Afonso V - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi regente do Reino em 1458 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi Regente do Reino em 1471 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Pela sua participação na conjura contra D. João II, foi executado em Évora, em 1483 - (D. Fernando II, 3º Duque de Bragança) D. Manuel devolveu-lhe os títulos e terras confiscados por D. João II - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Custeou a expedição que conquistou Azamor, em Marrocos, em 1513 - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Nomeado condestável do reino (1535) na ausência do Infante D. Luís - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Foi escolhido para padrinho do Infante D. Dinis, filho de D. João III (1535) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado fronteiro mor das Províncias do Minho e Trás-os-Montes (1540) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou a Infante D. Maria à raia para ser entregue ao Príncipe D. Filipe, herdeiro da coroa em Castela (1543) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Enviou 400 cavalos em socorro de Safim - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado para comandar o exército de socorro a Mazagão, jornada que não se concretizou porque os mouros levantaram o cerco - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Esteve presente na aclamação de D. Sebastião como rei - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou D. Sebastião a África em 1574 - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Participou na batalha de Alcácer-Quibir, tendo sido feito prisioneiro - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Defendeu a pretensão da rainha D. Catarina ao trono após a morte do Cardeal-Rei D. Henrique - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Regressou a Portugal em 1580 - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Instituiu o Conselho de Guerra em 1640 e organizou, desde então, a defesa de Portugal contra Espanha, tanto na metrópole como na América, África e Ásia. Foi aclamado Rei em 15 de Dezembro de 1640 - (D. João II, 8º Duque de Bragança, IV dos Reis de Portugal) Nascimento do Dom Pedro I