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Ciba

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Catarina de Áustria, Catarina de Habsburgo ou, mais raramente, Catarina de Espanha (em castelhano: Catalina de Austria; Torquemada, 14 de janeiro de 1507 - Lisboa, 6 de fevereiro de 1578) foi arquiduquesa da Áustria, infanta de Espanha e rainha de Portugal como esposa de D. João III.

Catarina de Áustria

Assinatura

Família

Era filha de Joana de Castela, chamada "a Louca", rainha de Espanha, e de Filipe, o Belo, arquiduque da Áustria e Duque da Borgonha.

Teve cinco irmãos, entre os quais os imperadores romano-germânicos Carlos V da Alemanha e Fernando I de Habsburgo; Isabel, esposa de Cristiano II da Dinamarca; Maria, esposa do rei Luís II da Hungria e da Boémia; e ainda Leonor de Áustria, sua predecessora enquanto rainha de Portugal (foi casada com D. Manuel I embora prometida a D. João III) e ainda rainha de França. Teve como tia materna Catarina de Aragão, rainha consorte da Inglaterra, mãe da Rainha Maria I.

Biografia

Depois da morte do pai, em 1506, sua mãe foi encarcerada em Tordesilhas como louca e Catarina acompanhou-a, acabando por ser libertada graças à intervenção de seu irmão, o imperador Carlos V.

Em 5 de Fevereiro de 1525,[carece de fontes] casou-se com o rei João III de Portugal, tornando-se rainha consorte até à morte do esposo em 1557. Foi mãe da infanta Maria Manuela e do Príncipe João e avó do rei D. Sebastião. Durante a menoridade do neto, exerceu a regência do reino entre 1557 e 1562.

Descendência

Afonso, Príncipe de Portugal (1526) nascido quando a corte estava em Almeirim, a 24 de fevereiro e falecido em Junho do mesmo ano em Santarém, de grave doença na cabeça.

Maria Manuela, princesa de Portugal (15 de outubro de 1527 - 1545) casou com Filipe II de Espanha e morreu de parto.

Isabel, Infanta de Portugal (29 de abril de 1529) rapidamente morta em 23 de julho do mesmo ano.

Beatriz, Infanta de Portugal (1530 - 1 de agosto de 1531);

Manuel, Príncipe de Portugal (1 de novembro de 1531 - 14 de abril de 1537), herdeiro em 1535.

Filipe, Príncipe de Portugal (25 de maio de 1533 - 29 de abril de 1539), herdeiro em 1537.

Dinis, Infante de Portugal (16 de abril de 1535 - 1 de janeiro de 1537).

João Manuel, Príncipe de Portugal (3 de junho de 1537 - 1554), herdeiro em 1539. Deixou grávida sua mulher, Dona Joana, que dias depois deu à luz o rei Dom Sebastião de Portugal.

António, Infante de Portugal (9 de março de 1539 - 20 de janeiro de 1540)

 
Fundação Batalha de Aljubarrota

Fundação Batalha de Aljubarrota

Nascimento de Nuno Alvares Pereira É legitimado por D. Pedro I Entra na Corte de D. Fernando Casou com Leonor de Alvim Nuno Alvares Pereira toma o partido do Mestre de Avis Campanha Militar - 1384 Vence os castelhanos na Batalha dos Atoleiros. Campanha Militar - 1385 A Batalha de Aljubarrota, vitória decisiva de Portugal; O Condestável comnanda as forças leais ao Mestre de Avis na Batalha Real (Batalha de Aljubarrota) Em Outubro de 1385 foi travada em terreno castelhano a célebre batalha de Valverde Campanha Militar - 1386 Campanha Militar - 1387 Começa a construção da capela de S. Jorge, em Aljubarrota. Começa a construção do Convento do Carmo, em Lisboa. Partilha com os companheiros de armas muitas das suas terras. Primeiros carmelitas vêm viver para o Convento do Carmo. Em 1401 dá-se o casamento entre o futuro duque de Bragança, D. Afonso, com a filha de D. Nuno, D. Beatriz. Fim das hostilidades com Castela. Morre a filha, D. Beatriz. Projeta tornar-se carmelita. Participou da Conquista de Ceuta Reparte pelos netos os seus títulos e domínios. Ingressa no Convento do Carmo a 15 de agosto Morre, Nuno Alves Pereira Primeira trasladação dos restos mortais Segunda trasladação dos restos mortais As cortes pedem ao Papa Urbano VIII a sua beatificação. o pedido é renovado várias vezes ao longo dos anos. Terramoto de 1755 Terceira trasladação dos restos mortais Quarta trasladação dos restos mortais. O Papa Bento XV confirma o culto do Santo Condestável Início do Processo de Canonização Processo de Canonização suspenso Transladação dos restos mortais para a Igreja do Santo Condestável Reinício do processo de Canonização Anúncio da canonização Legado
Participou na tomada de Ceuta em 1415 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Participou na expedição a Tânger em 1437 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1438 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1447 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Participou na Batalha de Alfarrobeira em 1449 ao lado de D. Afonso V - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi regente do Reino em 1458 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi Regente do Reino em 1471 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Pela sua participação na conjura contra D. João II, foi executado em Évora, em 1483 - (D. Fernando II, 3º Duque de Bragança) D. Manuel devolveu-lhe os títulos e terras confiscados por D. João II - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Custeou a expedição que conquistou Azamor, em Marrocos, em 1513 - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Nomeado condestável do reino (1535) na ausência do Infante D. Luís - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Foi escolhido para padrinho do Infante D. Dinis, filho de D. João III (1535) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado fronteiro mor das Províncias do Minho e Trás-os-Montes (1540) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou a Infante D. Maria à raia para ser entregue ao Príncipe D. Filipe, herdeiro da coroa em Castela (1543) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Enviou 400 cavalos em socorro de Safim - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado para comandar o exército de socorro a Mazagão, jornada que não se concretizou porque os mouros levantaram o cerco - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Esteve presente na aclamação de D. Sebastião como rei - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou D. Sebastião a África em 1574 - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Participou na batalha de Alcácer-Quibir, tendo sido feito prisioneiro - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Defendeu a pretensão da rainha D. Catarina ao trono após a morte do Cardeal-Rei D. Henrique - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Regressou a Portugal em 1580 - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Instituiu o Conselho de Guerra em 1640 e organizou, desde então, a defesa de Portugal contra Espanha, tanto na metrópole como na América, África e Ásia. Foi aclamado Rei em 15 de Dezembro de 1640 - (D. João II, 8º Duque de Bragança, IV dos Reis de Portugal) Nascimento do Dom Pedro I