Fundação Batalha de Aljubarrota

Casa de Bragança

Participou na expedição a Tânger em 1437 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança)

1.437 AD September 13 00:00:00

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Ciba

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O Desastre de Tânger de 1437 , por vezes conhecido por Cerco de Tânger, refere-se à tentativa de uma força militar portuguesa de capturar a cidade marroquina de Tânger, com a sua subsequente derrota pelos exércitos do sultanato merínida de Marrocos.

Esta força expedicionária, liderada pelo Infante D. Henrique, duque de Viseu, partiu de Portugal em Agosto de 1437 com a intenção de capturar uma série de praça-fortes costeiras marroquinas. Os Portugueses puseram cerco a Tânger em meados de Setembro. Após uma série de assaltos à cidade, a força portuguesa foi atacada e derrotada por um vasto exército marroquino chamado em socorro e liderado pelo vizir Abu Zacarias Iáia Aluatassi de Fez. Os Marroquinos cercaram o campo de cerco dos portugueses e forçaram a sua submissão. Para preservar o seu exército da destruição inevitável, o Infante D. Henrique negociou um tratado que previa o regresso da praça-forte de Ceuta (conquistada em 1415) ao reino de Marrocos, em retorno pela retirada segura do exército. No entanto, os termos do acordo não foram cumpridos, os portugueses decidiram manter Ceuta e abandonaram o refém português, Fernando, O Infante Santo, irmão do Infante D. Henrique e do Rei D. Duarte à sua própria sorte, morrendo no cativeiro em 1443.

O fiasco de Tânger foi um grave golpe no prestígio e reputação do Infante D. Henrique, que foi responsável pela conceção, promoção e subsequente liderança da expedição. Ao mesmo tempo, permitiu o aumento do prestígio do vizir e selar o destino político do vizir Abu Zacarias Iáia Aluatassi, que, como da noite para o dia, passou de regente impopular a herói nacional, permitindo-lhe consolidar o seu poder sobre Marrocos.

Esta seria apenas a primeira das quatro tentativas dos Portugueses de capturar a cidade de Tânger no século XV.

Mapa do relevo da região entre Tânger e Ceuta (datado de 1954)

 
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Nascimento de Nuno Alvares Pereira É legitimado por D. Pedro I Entra na Corte de D. Fernando Casou com Leonor de Alvim Nuno Alvares Pereira toma o partido do Mestre de Avis Campanha Militar - 1384 Vence os castelhanos na Batalha dos Atoleiros. Campanha Militar - 1385 A Batalha de Aljubarrota, vitória decisiva de Portugal; O Condestável comnanda as forças leais ao Mestre de Avis na Batalha Real (Batalha de Aljubarrota) Em Outubro de 1385 foi travada em terreno castelhano a célebre batalha de Valverde Campanha Militar - 1386 Campanha Militar - 1387 Começa a construção da capela de S. Jorge, em Aljubarrota. Começa a construção do Convento do Carmo, em Lisboa. Partilha com os companheiros de armas muitas das suas terras. Primeiros carmelitas vêm viver para o Convento do Carmo. Em 1401 dá-se o casamento entre o futuro duque de Bragança, D. Afonso, com a filha de D. Nuno, D. Beatriz. Fim das hostilidades com Castela. Morre a filha, D. Beatriz. Projeta tornar-se carmelita. Participou da Conquista de Ceuta Reparte pelos netos os seus títulos e domínios. Ingressa no Convento do Carmo a 15 de agosto Morre, Nuno Alves Pereira Primeira trasladação dos restos mortais Segunda trasladação dos restos mortais As cortes pedem ao Papa Urbano VIII a sua beatificação. o pedido é renovado várias vezes ao longo dos anos. Terramoto de 1755 Terceira trasladação dos restos mortais Quarta trasladação dos restos mortais. O Papa Bento XV confirma o culto do Santo Condestável Início do Processo de Canonização Processo de Canonização suspenso Transladação dos restos mortais para a Igreja do Santo Condestável Reinício do processo de Canonização Anúncio da canonização Legado
Participou na tomada de Ceuta em 1415 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança)
Participou na expedição a Tânger em 1437 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança)
Foi Governador de Ceuta em 1438 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Foi Governador de Ceuta em 1447 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Participou na Batalha de Alfarrobeira em 1449 ao lado de D. Afonso V - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi regente do Reino em 1458 - (D. Afonso, 1º Duque de Bragança) Foi Regente do Reino em 1471 - (D. Fernando I, 2º Duque de Bragança) Pela sua participação na conjura contra D. João II, foi executado em Évora, em 1483 - (D. Fernando II, 3º Duque de Bragança) D. Manuel devolveu-lhe os títulos e terras confiscados por D. João II - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Custeou a expedição que conquistou Azamor, em Marrocos, em 1513 - (D. Jaime I, 4º Duque de Bragança) Nomeado condestável do reino (1535) na ausência do Infante D. Luís - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Foi escolhido para padrinho do Infante D. Dinis, filho de D. João III (1535) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado fronteiro mor das Províncias do Minho e Trás-os-Montes (1540) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou a Infante D. Maria à raia para ser entregue ao Príncipe D. Filipe, herdeiro da coroa em Castela (1543) - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Enviou 400 cavalos em socorro de Safim - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Nomeado para comandar o exército de socorro a Mazagão, jornada que não se concretizou porque os mouros levantaram o cerco - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Esteve presente na aclamação de D. Sebastião como rei - (D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança) Acompanhou D. Sebastião a África em 1574 - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Participou na batalha de Alcácer-Quibir, tendo sido feito prisioneiro - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Defendeu a pretensão da rainha D. Catarina ao trono após a morte do Cardeal-Rei D. Henrique - (D. João I, 6º Duque de Bragança) Regressou a Portugal em 1580 - (D. Teodósio II, 7º Duque de Bragança) Instituiu o Conselho de Guerra em 1640 e organizou, desde então, a defesa de Portugal contra Espanha, tanto na metrópole como na América, África e Ásia. Foi aclamado Rei em 15 de Dezembro de 1640 - (D. João II, 8º Duque de Bragança, IV dos Reis de Portugal) Nascimento do Dom Pedro I