Gondwana: A conexão Brasil & Antártica

01/01/+75000001View on timeline

Gondwana: A conexão Brasil & Antártica

Quando se fala sobre os continentes como conhecemos hoje é natural que ao mencionar a Antártica venha imediatamente à mente paisagens brancas, com muito gelo e muito frio. Mas como outras tantas histórias sobre a evolução do mundo, há cerca de 500 milhões de anos atrás, essa não era a realidade desse continente congelante.

Você consegue imaginar o Continente Antártico quente, cheio de plantas verdes e com clima úmido? Pois bem, após a fragmentação da Pangeia, juntamente com a África, Índia, América do Sul, e Austrália, o continente Antártico formava um enorme bloco de terra chamado Gondwana.

Há aproximadamente 300 milhões de anos, os continentes no planeta terra formavam uma única massa gigantesca de terra, denominada Pangeia. Esse supercontinente foi totalmente formado até mais ou menos 250 milhões de anos atrás. Após sua completa formação, deu-se início ao processo de quebramento da Pangeia na passagem do período Permiano para o período Triássico, fazendo com que se dividisse em dois continentes: a Laurásia no norte, e a Gondwana no sul do planeta.

A Laurásia era formada por: Eurásia (Europa e Ásia), Ártico e América do Norte. E a Gondwana, como mencionado, era composta por: América do Norte, África, Austrália, Antártica e Índia. Com a quebra da Pangeia em dois supercontinentes, surgiu um novo mar, o Mar de Tétis, entre os dois.

Durante as eras Mesozóica e Cenozóica, começando há 65 milhões de anos atrás, deu-se origem ao processo de quebramento da Gondwana, e consequentemente formação do Oceano Atlântico, quando a América do Sul se separava da África. Foi a partir da era Cenozóica que os continentes começaram a tomar a formação que conhecemos atualmente, separando-se lentamente. No Muses você encontra vestígios de todos esses acontecimentos históricos. Há fósseis na coleção do museu de animais extintos e viventes que ajudam a contar essa história e a validar as teorias que a sustentam. São eles: os amonitas e os gastrópodes.

Amonitas

Os Amonitas formam um grupo totalmente extinto que pertencente à classe Cephalopoda e à subclasse Ammonoidea. Os primeiros indivíduos desses curiosos moluscos surgiram há mais de 400 milhões de anos, nos profundos oceanos. Porém, o ápice da sua história evolutiva se deu durante a era Mesozóica, entre 252 e 66 milhões de anos atrás. Era um grupo muito abundante que possuía formas mais variadas, sempre em plano espiral. Porém nos primórdios, quando surgiram, eram consideravelmente homomorfos (iguais em forma e tamanho). Foi durante o período Mesozóico que começaram a se diversificar.

Suas conchas mineralizadas, passaram pela fossilização tranquilamente, uma vez que o material de que são feitas é bastante resistente a todo esse processo. Além das resistentes conchas, os Amonitas também apresentavam as seguintes características: hábito aquático, alimentação carnívora, língua raspante, corpo simétrico, dimorfismo sexual, muitos tentáculos que saiam de um único orifício, fertilização interna, etc.

As conchas dos amonitas eram subdivididas em câmaras, o corpo ficava alojado na última câmara, próxima à abertura. A câmara que ficava na outra extremidade era a mais antiga. Quando eles nasciam, saiam do ovo e iam direto para a água, a primeira conchinha formada tinha entre 1 e 2 milímetros de diâmetro e consistia em um tubo cônico que se espiralava em torno da primeira câmara. À medida em que o amonita crescia, necessitando de mais espaço, o próprio animal construía uma cavidade maior à frente da abertura.

Todas as câmaras eram ligadas e se comunicavam umas com as outras através de um tubo interno, que permitia a regulagem do volume de gás e líquido dentro das câmaras. Isso os deixavam aptos a subir ou descer na coluna d’água, ajustando sempre que desejassem sua posição. Quando era preciso subir, se enchiam com maior quantidade de gás e expulsavam líquido para a água através dos rins, para que flutuassem; quando queriam descer, aumentavam a quantidade de líquido, deixando-os mais pesados.

Ao longo de sua história de vida no planeta Terra, os Amonitas sobreviveram a não uma, nem duas, mas três extinções em massa. A primeira foi por volta de 400 milhões de anos atrás, por uma brutal mudança climática; a segunda há cerca de 250 milhões de anos, na qual houve um extenso aquecimento global e por fim há aproximadamente 66 milhões de anos, junto com os dinossauros não-avianos, no evento de grande extinção. Mas se sobreviveram a duas extinções em massa, por quê não resistiram à essa última? Acredita-se que um dos fatores que ocasionaram a extinção completa desse grupo, foi o fato de possuírem a estrutura da concha muito complexa, o que demandava uma alta carga energética. Outro fator seria a dieta da maioria dos Amonitas, que consistia em plâncton. Nessa época houve um declínio súbito de diversos grupos de plâncton, justamente por causa das mudanças climáticas que estavam ocorrendo.

As diferenças entre os primeiros Amonitas do Paleozóico e os últimos do Mesozóico são muito perceptíveis. Os exemplares mais antigos eram bem mais simples em comparação aos mais novos. Por esses motivos, os Amonitas são utilizados para datação das diferentes camadas de rochas, que por sua vez, auxiliam na datação relativa do tempo geológico. Dessa forma são denominados fósseis guia, que é quando através da espécie de Amonita é possível identificar outros fósseis que viveram naquele espaço temporal.

Amonitas místicas

Além de serem fósseis guias, os Amonitas ao longo do tempo foram sendo incorporados ao misticismo e à cultura humana. É provável que os amonitas tenham sido utilizados pelo homem desde antes da Grécia antiga. Na cultura egípcia, a sua forma espiralada lembrava os cornos dos cabras, animal atribuído ao deus Amon-Rá. Essa associação inclusive deu origem ao termo Amonita, do qual o nome científico Ammonoidea se deriva. Na China esses animais também eram comparados a chifres e foram denominados Jiao-shih, ou “chifres de pedra”. Já na índia, eram conhecidos como Saligramas e dizia-se que eram incorporações do deus Vishnu.

A crendice mais conhecida, se origina no Reino Unido, onde as rochas de amonitas foram comparados à serpentes e conhecidas como snakestones. Santa Hilda era uma abadessa que há muitos anos atrás fundou a Abadia de Whitby, na Inglaterra. Essa região possuía depósitos de rochas onde as Amonitas eram muito comuns. A lenda, então, era de que Hilda transformava serpentes em pedra ao realizar orações. Hoje, essas snakestones são comercializadas, viraram esculturas e até brasão da cidade. Até os dias de hoje, em algumas culturas, os Amonitas são símbolos místicos e seriam capazes de transmitir paz, cura interior e harmonia.

Os Amonitas estão até inseridos na sétima arte! Em 2020 foi lançado um filme intitulado “Ammonite” que conta a história de Mary Anning, uma paleontóloga que viveu no Reino Unido do século XIX e que passou a vida procurando fósseis de animais, principalmente marinhos; os amonitas, naturalmente, eram um dos fósseis mais encontrados por ela devido à sua abundância.

Gastrópodes

Sabe aqueles caracóis e lesmas que podemos frequentemente encontrar em jardins, terraços ou qualquer lugarzinho que tenha terra e algumas plantas? Com certeza você já viu um desses andando lentamente por aí. Esses são os gastrópodes terrestres. Mas há também os aquáticos, alguns de água salgada, como, búzios, lapas e lesmas do mar e outros de água doce, como os caramujos.

Os gastrópodes pertencem à classe Gastropoda, e ao filo Mollusca, grupo que inclui os polvos, as lulas, sépias, entre outros. Deste filo, os gastrópodes são os mais abundantes, principalmente em ambiente aquático marinho. Podem variar entre exemplares com poucos milímetros até aqueles com quase 1 metro. Possuem um corpo mole, em contraste com a concha dura e resistente. As conchas podem apresentar diferentes formatos. Sendo as três formações mais básicas: em forma de cone; plano espiral e espiral elevado.

A “parte mole” é composta pela massa visceral contendo todos os órgãos e o manto, cabeça e pé. Gastrópodes aquáticos possuem pequenos olhos na base dos tentáculos. Já nos terrestres, o olho está na ponta dos tentáculos. Uma característica exclusiva dos moluscos gastrópodes é a torção: eles evoluíram para que durante a fase larval, os músculos do pé e a massa visceral sofram uma torção de 180º, fazendo com que as partes moles sejam voltadas para a região anterior à cabeça.

As formas aquáticas de gastrópodes possuem brânquias; já nas terrestres, parte da cavidade palial correspondente ao manto se fecha para formar um pulmão. Em alguns gastrópodes marinhos há a presença de tubo que se projeta na região frontal da concha e que serve para sugar água para o manto.

Os gastrópodes surgiram há cerca de 540 milhões de anos. Os primeiros indivíduos eram exclusivamente do ambiente marinho e, como sabemos, possuem representantes existentes até os dias de hoje. Tiveram sua maior diversificação e abundância no cenário marinho do Cenozóico, podendo habitar os mais diversos extratos marinhos e terrestres ao redor de todo o planeta.

Assim como ocorre com os Amonitas, a concha é a parte dos gastrópodes com a maior probabilidade de “sobreviver” ao processo de fossilização. Durante o período Carbonífero, que abrange um intervalo de tempo entre 359 e 299 milhões de anos atrás, alguns grupos de gastrópodes evoluíram para viver em corpos de água doce. Acredita-se que caracóis terrestres provavelmente surgiram a partir do ramo dessas espécies.

Diferente dos Amonitas, a extinção em massa não extinguiu os Gastrópodes, apenas reduziu seu número populacional. Entretanto, apesar disso e por mais que sua evolução primeiro tenha ocorrido no Cambriano, foi apenas desde o Paleógeno, há mais ou menos 60 milhões de anos atrás, que os Gastrópodes se tornaram os moluscos mais comuns do planeta, dominando ambientes aquáticos e terrestres. Foi provavelmente nessa época que gastrópodes sem concha também se desenvolveram, mas não há registros fósseis deles.

Espécies “desconchadas”? Existem?

Sim! Por mais que as conchas sejam muito importantes para os gastrópodes, há aqueles que não possuem conchas, sendo estas internas e/ou muito reduzidas. Os olhos mais atentos com certeza já observaram essas lesmas marinhas debaixo de rochas nas praias capixabas, como Ilha do Frade, Ilha do Boi e Manguinhos. Esses gastrópodes são conhecidos como Nudibranchia.

A ausência de concha é de certa forma compensada por outros mecanismos de defesa, como por exemplo, as substâncias químicas tóxicas que sintetizam e/ou ingerem para defesa contra predadores em potencial. Além disso, alguns deles nadam muito rápido em movimentos de fuga, o que contrasta com o padrão geral de locomoção lenta dos demais indivíduos da classe.

O aspecto tóxico das lesmas do mar é alertada através de um comportamento antipredatório denominado aposematismo. Neste, a coloração vibrante e chamativa deixa um recado aos predadores: “não me coma porque posso te matar!”. E eles, que não são bobos, aprenderam ao longo da história evolutiva a evitar predá-las. Podem ser herbívoros ou carnívoros, já que se alimentam de perifíton, algas, plâncton etc.

Invasores!

É possível que você já tenha ouvido o termo “espécies invasoras”. Pode acontecer de uma espécie se tornar exótica por algum motivo, ou seja, de não estar no seu habitat de origem. Essa espécie, ao chegar no novo habitat não encontra barreiras ecológicas que limitem seu desenvolvimento, como por exemplo predadores naturais e/ou competição intraespecífica. Dessa forma, se reproduzem de maneira descontrolada, criando superpopulações invasoras que podem se tornar verdadeiras pragas. Talvez o exemplo mais bem conhecido seja o do temeroso caramujo-gigante-africano, da espécie Achatina fulica.

O escargot, prato francês feito a base de um caracol terrestre, era consumido aqui no Brasil por apreciadores da culinária francesa. Há cerca de 30 anos, na década de 80, comerciantes brasileiros, procurando uma alternativa mais barata e acessível, começaram a investir em criadouros desse molusco africano. A aposta comercial fracassou devido à dessemelhança com o caracol francês e milhares de caramujos africanos foram libertos à natureza. Como esses animais se reproduzem em uma taxa muito mais alta que os caramujos brasileiros e possuem o mesmo nicho, em pouco tempo, diversos Estados brasileiros foram tomados por essa espécie, que se tornou invasora e até hoje pode ser encontrada em diversos corpos d’água por aí.

Amonitas e Gastrópodes do Muses

O Muses conta com duas peças de Amonitas: uma brasileira e outra vinda diretamente do continente Antártico, vestígios dessa conexão entre Brasil e Antártica que formava um só continente há alguns milhões de anos atrás.

A peça da Amonita brasileira foi extraída da Bacia Sergipe-Alagoas e doada à instituição em 2010 quando a mesma foi inaugurada; já a Amonita da Antártica foi coletada pelo paleontólogo e diretor do Muses, Rodrigo Figueiredo, durante uma expedição científica entre os anos de 2015 e 2016 e foi trazida ao Brasil para compor a coleção do Muses.

Os Gastrópodes fósseis do Brasil, disponíveis no acervo do Muses, são do gênero Bulimulus, moluscos pulmonados da Bacia de São José do Itaboraí, no Rio de Janeiro. Eles têm idade do Paleoceno, com aproximadamente 60 milhões de anos.

Os gastrópodes da Antártica são do Cretáceo Superior, com idade por volta de 70 milhões de anos. Eles não foram identificados. São moldes das conchas formados pelo preenchimento dos sedimentos A peça também foi levada ao Muses pelo diretor do museu, tendo sido extraída na mesma expedição.

Vestígios da conexão Brasil x Antártica

Pode ser até difícil imaginar, mas Brasil e Antártica já fizeram parte do mesmo bloco terrestre, que como já mencionado, era um supercontinente chamado de Gondwana. Mas como é possível afirmar com certeza sobre a existência da Gondwana se esse fato ocorreu há milhões de anos atrás?! Simples, por meio do estudo de fósseis que viveram e evoluíram nesse período histórico. Há fósseis de espécies que foram totalmente extintas, como as Amonitas e de espécies que evoluíram e ainda hoje vivem, como os Gastrópodes.

O processo de separação da Gondwana e da Laurásia deu origem à disposição dos continentes como conhecemos hoje. Conforme os blocos de terra iam se separando em pedaços menores, mares rasos iam gradualmente surgindo, até formar oceanos profundos e dinâmicos. Todos esses acontecimentos associados à fragmentação foram modificando drasticamente as dinâmicas das populações de animais, das marés, o clima ao redor do planeta, entre outros. Hoje todo esse movimento é conhecido como Teoria da Deriva Continental, na qual os continentes vão se distanciando em função do evento da Tectônica de Placas, o balançar das placas tectônicas.

Após a divisão da Gondwana em continentes menores, a Antártica migrou cada vez mais à uma direção oposta aos demais continentes. Esse isolamento permitiu com que se desenvolvessem características únicas, como resfriamento extremo graças a sucessivos ciclos de glaciação e correntes oceânicas, e isolamentos biogeográficos, criando uma fauna super adaptada e endêmica. A Antártica que conhecemos hoje só é assim graças a esses eventos que ocorreram ao longo dos milhões de anos.

As atividades tectônicas e o afastamento dos continentes possibilitaram a criação de bacias fossilíferas em diversas localidades. No Brasil, por exemplo, há as Bacias de Itaboraí e do Paraná, entre várias outras. A Bacia de Itaboraí, apesar de pequena, é um importante sítio fossilífero brasileiro, contendo dezoito espécies de Gastrópodes fósseis que contam a história de seus tempos. Tanto os Gastrópodes quanto os Amonitas, são fósseis corroboram com a Teoria da Deriva Continental, uma vez que a similaridade entre exemplares encontrados na Antártica, América do Sul e África, explicam que os mares rasos do Paleozóico Inferior vieram a se tornar bacias oceânicas maiores com a posterior fragmentação da Gondwana, são fósseis que conectam o Brasil e a Antártica.

No território brasileiro, os Amonitas podem ser encontrados nas seguintes Bacias fossilíferas: a da Paraíba, de Potiguar e a de Sergipe, sendo esta última a que apresenta maior diversidade de fósseis. Alguns gêneros encontrados nessas bacias foram: Oxytropidoceras, Elobiceras, Mortoniceras, Neocomiceramus, entre outros. Já sobre os Gastrópodes, são conhecidas cerca de 15.000 espécies de fósseis. No Brasil, já foram registrados vários gêneros de gastrópodes fósseis, são alguns deles: Physa, Eoborus, Viviparus, Hydrobia e Bulimulus.

O Brasil começa pelo Espírito Santo

Que o Espírito Santo é agraciado com um litoral recheado de praias lindas nós já sabemos. Mas você sabia que a 1160 km da costa, pertencente ao município de Vitória, existe um arquipélago de ilhas? Estamos falando do arquipélago Martin Vaz e da Ilha de Trindade. Essas são as ilhas brasileiras mais distantes da costa.

Em 1502, uma expedição portuguesa em busca do caminho às Índias encontra essas ilhas tão isoladas da costa. Estevão da Gama, o capitão da expedição logo quis tomar posse da descoberta, e diversas disputas pelo território aconteceram entre brasileiros, portugueses e ingleses, até que em meados de 1800 a Ilha da Trindade foi enfim declarada território brasileiro e patrimônio capixaba! Ou seja, o início do território do Brasil começa no Estado capixaba.

Lembra quando falamos que a ruptura da Gondwana ocorreu há aproximadamente 65 milhões de anos atrás? Pois bem, esse evento gerou a separação da placa em duas placas litosféricas: a da América do Sul e a da África. Surgiu também o Oceano Atlântico. Na região onde essas duas novas placas divergiam, elevaram-se gradualmente bancos de sedimentos marinhos, com consequente intrusão de magma nas zonas de fratura dessas rochas, gerando assim, ilhas vulcânicas. Alguns pontos de fratura liberavam mais magma que outros e isso é evidente quando vemos a topografia da ilha. Acredita-se que o vulcanismo da Ilha de Trindade foi ativo até o início do Holoceno (época em que vivemos até os dias de hoje) há aproximadamente 5000 anos atrás. Com o passar dos milhares de anos, o vulcanismo foi extinto, dando lugar às cadeias de rochas com 600 m acima do nível do mar. A Ilha de Trindade é relativamente nova em comparação com outras ilhas de origem vulcânica brasileiras, datando cerca de 3 milhões de anos.

Podemos ver que eventos como a separação dos continentes graças à movimentação das placas tectônicas e à consequente atividade vulcânica proporcionaram o surgimento de verdadeiros tesouros paradisíacos no território brasileiro e mundial. Além disso, a fauna e flora únicas encontradas nessas ilhas são a cereja do bolo e mostram a importância da preservação e conservação dessas áreas ambientais.



0 comments

Comment

No comments avaliable.

Author

Info

Published in 26/02/2021

Updated in 26/02/2021

All events in the topic Fauna bichos do mar:


Invalid DateProibição da caça das baleias
Invalid DateGondwana: A conexão Brasil & Antártica
Invalid DateSítios arqueológicos do sul capixaba
Invalid DatePaleozóico